Mostrando postagens com marcador Edelbra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Edelbra. Mostrar todas as postagens

[Resenha] Maria Borralheira - Rosana Rios


Maria Borralheira
Autora: Rosana Rios
Editora: Edelbra
Páginas: 48
Sinopse: Uma das narrativas mais conhecidas de todos os tempos fala sobre uma garota que é maltratada pela madrasta, e que deve experimentar um sapatinho para provar que é a escolhida do filho do rei. A versão contada neste livro é bem diferente daquela que já virou filme e desenho animado! Aqui temos três velhinhas muito estranhas, além de pés de gente com cascos de cavalo e outras transformações bizarras.

***

Oi Leitores,
Hoje tem resenha e faz parte da coleção Quem foi que disse da Editora Edelbra. Nesse reconto de Cinderella, vocês vão conhecer Maria, uma linda garota que ao perder sua mãe, acaba por pedir para que seu pai se case com a vizinha, que mora em uma casinha pequenininha e tem duas filhinhas que brincam com ela, mas tanto seu pai quanto sua vaquinha de estimação (que é mágica e fala com Maria) a advertiram que não seria uma boa ideia. Mas de tanto Maria insistir, seu pai acabou por se casar com a viúva, que com o tempo, começou a passar os serviços de casa para ela fazer e a dormir junto à borralha da cozinha, assim, derivou seu apelido, Maria Borralheira.
O interessante nessa versão é a presença de sua vaquinha mágica, que a ajuda quando a Madrasta passa a pedir cada vez mais trabalhos difíceis de se realizar. E foi a vaquinha que a ajudou quando a madrasta pediu que ela fiasse um grande fardo de algodão ou que tecesse renda ou que enchesse um cesto com aguá. Mas as filhas da madrasta acabaram descobrindo sobre a vaquinha mágica e a malvada tratou logo de dar um fim à vida da vaquinha, mas antes ela deixou algumas instruções com Maria.

Maria Borralheira ficou desesperada. Sua única amiga, a herança da saudosa mãe, iria morrer? Mas não adiantou nem pedir nem chorar, a decisão do pai estava tomada.
Foi, então, contar tudo o que acontecera à fiel amiga.
- Não se preocupe - disse-lhe a vaquinha.  - Você deve fazer o seguinte: quando me matarem, deve oferecer-se para ir lavar as minhas tripas no rio... (p. 12)


E seguindo as instruções da vaquinha, ela foi parar numa casinha muito bagunçada e suja, que ela tratou logo de arrumar, mas ao perceber que estavam chegando pessoas, ela se escondeu atrás da porta, e qual não foi a surpresa das donas da casinha ao se depararem com sua casa toda limpa. As donas, eram três fadas, que "fadaram" de agradecimento, concedendo à Maria um par de chapins de ouro, uma estrela de ouro na testa e o dom de ao falar, soltar faíscas de ouro. Nesse tempo, o rei declarou a realização de três grandes festas, que Maria foi, com três vestidos que pediu com a varinha que encontrou no meio das tripas da sua amiga vaquinha. É claro que o príncipe, ao vê-la, se apaixonou perdidamente, mas Maria nunca dizia quem era de verdade.
Quer saber como termina essa história? Vou te dizer, ela tem muitas passagens bem diferentes dos contos que conhecemos por meio dos clássicos da adaptados pela Disney, com direito a castigo para as filhas da madrasta antes das festas e tudo o mais, então vale super a pena conferir.

Abraços!

[Resenha] Pele de Asno - Rosana Rios


Pele de Asno
Coleção: Quem foi que disse
Autora: Rosana Rios
Ilustração: Mateus Rios
Editora: Edelbra
Páginas: 56
Preço: R$ 43,50
Sinopse: Um dos contos de fadas que tem várias versões é este, que apresenta um asno miraculoso, um rei que quer casar com a própria filha, uma princesa fedorenta, um príncipe tão mimado que fica doente quando não obtém o que quer... são muitos os ingredientes deste conto clássico, que aborda a humilhação dos poderosos até as últimas consequências.

***


Oi Leitores,

Essa é uma história que gosto muito, sobretudo, porque faz parte da minha infância. E como em todo conto de fadas, tem direito a vilão, príncipe, princesa e o "foram felizes para sempre".
O livro conta a história de uma rei e uma rainha que se amavam muito, mas subitamente a rainha adoece e, em seu leito de morte, ela faz seu marido jurar que só se casará novamente se for com uma mulher mais bonita e inteligente que ela. O rei, assim, permanece muitos anos viúvo, sem encontrar alguém que possa substituir sua falecida rainha, até que um dia, nos jardins, ele vê uma linda jovem ainda mais bonita que sua ex-mulher e muito parecida com ela. Então ele percebe que é a sua filha que cresceu e resolve, então, se casar com ela. A princesa, desgostosa, começa a chorar, se saber o que fazer, até que uma velhinha a aborda e tenta ajudá-la.




- Você pode recusar a ordem do seu pai, e, ao mesmo tempo, fingir obedecer-lhe. Diga a ele que se casará, mas apenas quando tiver o enxoval digno de uma rainha: ele deve lhe dar de presente um vestido de festa que seja da cor do ceu com todas as suas estrelas, e tão fino que caiba numa casca de noz. Não será possível conseguir tal maravilha, e você estará livre. (p. 11)






No entanto, a artimanha não dá certo, então ela pede um vestido da cor da lua e outro reluzente como as estrelas. Uma vez todo os pedidos realizados ela parte para última opção, solicitar a pele do burro que mora nos estábulos e e que põe ouro uma vez ao dia, achando que assim seu pai recuaria. Mas não só manda sacrificarem o burro, como marca o casamento para dali a uma semana. Diante disso a princesa põe a fedorenta pele de asno e vai embora, fingindo ser uma serviçal e fazendo pequenos trabalhos, até ser admitida na fazenda real. Lá ela conhece o príncipe e se paixona á primeira vista, mas como está disfarçada de serviçal não sabe o que fazer. Então, quando se aproxima o baile real, ela decide participar e tentar reviver um pouco de sua vida como princesa, usando seus lindos vestidos que levou numa casca de noz e dançando com o príncipe, que está loucamente apaixonado por ela.
Como termina essa história? Só lendo o livro!
O interessante é que embora a história seja a mesma, não é. Tem várias diferenças na história, que fazem com que ela acabe sendo diferente. Outra coisa interessante foram pequenos capítulos com o que a princesa pensa ates de fugir, o burro antes de morrer. E finaliza com um bom texto falando sobre a história do conto e a semelhança com outros contos maravilhosos. Sem falar nas ilustrações belíssimas que acompanham toda a história.
Com certeza leitura mais que indicada para todas as idades!


[Resenha Premiada] A banda na garagem - Moacyr Scliar


A banda na garagem
Autor: Moacyr Scliar
Organização: Regina Zilberman
Ilustração: Andrés Sandoval
Editora: Edelbra
Páginas: 72
Preço: R$ 39,70

Sinopse: Esta coletânea dá sequência ao projeto da Edelbra Editora, iniciado com o livro Deu no jornal (2008), de publicar uma amostra das crônicas escritas por Moacyr Scliar entre 2008 e 2010 no jornal Folha de S. Paulo. Em suas crônicas semanais, o autor mostra o lado fantástico da vida real, criando histórias inspiradas em notícias do jornal. A banda na garagem reúne 25 dessas crônicas, selecionadas por Regina Zilberman, em que o autor consegue transformar os fatos cotidianos em literatura leve e humorada. Da descoberta da vuvuzela como instrumento musical à patrulha do beijo, das campeãs de judô aos jogos do Facebook, nada escapa ao seu olhar atento.


***

Oi Leitores,

Voltando com uma resenha bem legal e premiada, nessa coletânea de contos de Moacyr Sclair, que aborda temas do nosso dia a dia de forma leve e bem humorada. Os vinte e cinco contos, reunidos em um livro de capa dura, apresentam fatos engraçados e corriqueiros que nos faz se identificar com alguns dos personagens das crônicas. Leves, curtas e dinâmicas, prendem o leitor do início ao fim. Querem saber as minhas preferidas?
Latifúndio virtual: conta a história de um homem que saiu do campo e foi tentar a sorte na cidade grande. Apesar de ter prosperado e ter um negócio próprio, sentia saudades do campo. Qual não foi sua surpresa ao se tornar um proprietário virtual no Farmville. E lá ele passou a ficar e dispor seu tempo, tanto que esqueceu seu negocio e sua esposa. O final Somente lendo essa crônica. Sério, lembrei da minha primeira gravidez, onde na licença maternidade fiquei viciada nesse jogo, rsrsrsrssrsrsrsrs, mas depois voltei à minha vida normal. ;)
Aprendendo com a professora: um lindo texto escrito como se fosse de uma mãe e professora para seu filho que está passando por dificuldades em se encontrar no mundo. O autor faz paralelo entre os conhecimentos adquiridos nos bancos da escola para explicar como aplicá-los no seu dia a dia, como "Ensinei-lhe geografia, meu filho, mas você esqueceu que as pessoas, como os países, têm fronteiras, e que é preciso respeitar as fronteiras emocionais de cada um, especialmente aqueles que conosco convivem. (p. 15)
A jaqueta mágica: um bonito e triste relato sobre a esperança no amor e como a vida dá voltas, nem sempre felizes.
Colherzinha: em todas as pessoas, sobretudo os casais, são iguais e que devemos aprender a respeitar e entender as particularidades de cada um.
O livro tem muitos outros contos, que se relacionam com fatos que aconteceram na época de sua feitura, mas que mesmo assim são atuais. Além dos contos o livro reúne belas ilustrações e que ornam o livro ainda mais interessante. Com certeza uma leitura mais que indicada!

Beijos!!!



Resenha Premiada, como funciona:
Todos os leitores que estiverem seguindo o blog, que comentarem e deixarem seu e-mail na resenha até o dia 13/09/16 estarão concorrendo a um exemplar. Mas não vale comentários como legal! Interessante! Ou que não se atenham ao conteúdo da resenha!

Boa Sorte!!!!

[Resenha] Um guri daltônico - Carlos Urbim


Um guri daltônico
Autor: Carlos Urbim
Ilustração: Cláudia Sperb
Editora: Edelbra
Páginas: 32

Sinopse: Quase todo mundo consegue diferenciar verde de vermelho, mas Dadau não consegue. Quando o jogo é time verde contra time vermelho, ele passa a bola para o jogador errado. E sempre morde a parte branca e sem gosto da melancia, compra linha laranja no lugar da azul, acha complicado entender o semáforo. Dadau é um guri daltônico, mas como qualquer menino da sua idade ele quer brincar, jogar bola e ajudar sua mãe nas compras. Ainda bem que ele é esperto e tem muitas ideias criativas para adaptar seus olhos a um mundo cheio de cores.

---

Oi Leitores,

A resenha de hoje é sobre um menino bem diferente dos outros, sabe porquê? Porque ele é daltônico. E o que é ser daltônico? E é justamente isso que Dadau, personagem principal dessa história irá nos dizer.
Dadau sabe que é daltônico e seus amigos, por não saberem o que significam o que é pensam que é uma doença que ele tem que tomar remédio, ou que não pode ver televisão.

A maioria das pessoas não entende, e acho que o próprio Dadau não tem muita certeza sobre o que é ser daltônico e como explicar. Ele só sabe que as cores para ele são diferentes, assim sua casa é rocha, seu arco-íris tem outras cores e nunca acerta comprar as linhas que a mãe pede, na cor certa.
Aprender sobre as cores no transito, foi muito difícil, até porque ele vê o vermelho e o verde como sendo as mesmas. 

E quando vai jogar, aí que dá confusão, ele nunca consegue distinguir quem é do seu time e do time adversário.
Mas como Dadau é um garoto muito esperto, ele vai mostrar para o leitor como superou tudo isso.

Bom, eu adoro livros que ensinam como trabalhar com as diferenças, e esse foi o primeiro que li sobre um garoto daltônico. O que gostei foram das cores, ele mostra como o Dadau enxerga, que é bem diferente da gente, as ilustrações, em forma de mosaico são lindas também.A única coisa que não gostei, foram algumas palavras que o autor usou, que geralmente não vemos em livros infantis, mas é aquilo, assim como aqui pode ser visto como um palavrão, pode ser que de onde o autor é não seja.
Espero que tenham gostado.
Beijos e até a próxima!


[Resenha] O espelho das diferenças - Fábio Gai Pereira


O espelho das diferenças
Autor: Fábio Gai Pereira
Ilustração: Martina Schreiner
Editora: Edelbra
Páginas: 32

Sinopse: João Leonardo era um menino perguntador. Se tinha uma dúvida, perguntava mesmo. E a história do ovo deu pano pra manga. Cresceu, deu cria na cabeça do João e levou-o a muitas outras perguntas, que trouxeram mais dúvidas, que viraram outras tantas perguntas para as quais ele foi buscar as respostas. A história de João Leonardo é um estímulo para reflexões de natureza filosófica e dá conta de uma necessidade que as crianças também têm: refletir para resolver seus problemas.

---


Oi Leitor@s,

Quem gosta de livros infantis? Pois a resenha de hoje é sobre O espelho das diferenças, Fábio Gai Pereira, publicado pela parceira Edelbra, que tem vários títulos legais em seu catálogo.
Nesse livro conhecemos João Leonardo, um garoto de oito anos que adora questionar. A curiosidade dele não tem fim e não é que ele começou a questionar porque todo ovo tinha a mesma palavra? Quer dizer, se os ovos são diferentes (tamanhos, cores, etc) porque todos tinham o mesmo nome? E esse questionamento de João acabou levando as outras crianças a questionarem também outras palavras como professores, canetas, lápis...

 
E o problema do ovo começou porque a professora queria mostrar como é o ovo quando líquido e sólido e outros experimentos na feira de ciências, mas não tinha jeito, João questionava as diferenças entre os ovos.
E quando o problema do ovo passou, chegou o problema do humano, porque são todos humanos, a mesma palavra para definir pessoas de cores, características e que vivem em lugares diferentes? Nesse mesmo tempo, a professora dele começou a trabalhar em sala de aula com a origem das várias civilizações e isso só fez os questionamentos dele aumentarem.

Quer saber o que acontece no final da história e como João resolve esse problema? Não deixem de conferir o livro.
Recomendo para crianças um pouco maiores, a partir dos 09 anos e é perfeito para ensinar as diferenças e semelhanças entre as pessoas, os objetos e outros.

Os desenhos são mais simples e se relacionam diretamente com a história, lembrando desenhos feitos por uma criança mesmo.
Espero que tenham gostado, pois eu adorei conhecer as dúvidas de João Leonardo.

Beijos e boa leitura!


[Resenha] Foi vovó que disse - Daniel Munduruku


Foi vovó que disse
Autor: Daniel Munduruku
Ilustrador: Graça Lima
Editora: Edelbra
Páginas: 23

Sinopse: Faz parte da tradição indígena ouvir os avós. Eles são considerados os sábios da comunidade porque costumam contar as histórias dos ancestrais. São considerados os guardiões da memória e responsáveis por educar o espírito dos mais jovens. 
Ao contar histórias ou lembrar às crianças sua origem, os avós – homens e mulheres – não os deixam esquecer de onde vieram, para onde vão e qual o papel de cada um neste universo no qual nos movemos.
É isso que o leitor irá encontrar neste novo e encantador livro escrito pelo premiado escritor Daniel Munduruku, que nos presenteia com a magia e a sabedoria da cultura indígena.


---

Oi Amig@s,

Iremos iniciar a semana de aniversário do blog com a resenha do livro infantil Foi vovó que disse, de Daniel Munduruku, publicado pela parceira Edelbra. 
Eu adoro livros infantis que tragam histórias de nossa cultura e, sobretudo, ensine valores, acho que é muito importante, não só para a criança, mas também é mais um canal de comunicação entre pais/educadores e as crianças. E esse livro traz isso.
O livro, escrito em forma de carta, conta um pouco do dia a dia do pequeno Kaxiborempô, que vai completar sete anos e nos apresenta um pouco de sua cultura e seu mundo, visto pelos seus olhos e apresentado, a ele, por sua avó. 


O pequeno munduruku fala de suas tradições e lendas, sobre o respeito pela natureza e o orgulho em fazer parte de seu grupo. Sobretudo, mostra a importância do papel da avó, que é aquela que detém os conhecimentos que são passados por meio da oralidade. Há Yara, curupyra e mapinguari, são encantados que estão na floresta para protegê-la e manter todos aqueles que não a protegem bem longe.


Disse a vovó que quem gosta de onde mora nunca fica zangado nem triste.
Bom, agora tenho que ir. Mamãe está me chamando para dormir. Minha rede já está atada bem debaixo da rede dela. Antes ela vai me oferecer um delicioso mingau de banana que vai me ajudar a dormir. (p. 17).

O livro, com uma linguagem simples, fluida e que envolve o leitor, apresenta o universo desse pequeno índio (índio não, munduruku) e como o seu dia a dia é repleto de tradições, lendas, um universo mítico que o ajuda a compreender o mundo a sua volta. Embora seja leve e bem sutil, fala ainda do preconceito que a sociedade indígena ainda sofre quando em contato com os não indígenas e isso é perceptível mesmo entre crianças. Com ilustrações que nos remetem ao mundo do nosso pequeno narrador, apresenta uma boa diagramação e, o que achei mais legal, parecer ser impresso em papel reciclado.


Super recomendado para crianças de todas as idades e adultos, com uma linda, mágica e cativante história!
Espero que tenham gostado.

Beijos e até a próxima!

[Parceria] Edelbra Editora



Oi Pessoal,

Gostaria de apresentar para vocês a mais nova parceira do blog, a Edelbra Editora. Fiquei muito feliz com a parceria, pois eles possuem um catálogo incrível com livros infantis e juvenis, além de material para professores, acreditem, quando vi os livros me perdi, e só queria conhecer cada uma daquelas histórias. Vamos conhecer um pouco mais do nosso novo parceiro?

A História...
A Edelbra, mais do que Editora e Gráfica, é um grupo de empresas que multiplica conhecimento e, com isso, muda a vida das pessoas. É movida por desafios. Ultrapassa limites evoluindo sempre.
Edelbra Editora. Conhecimento além dos limites.
A Edelbra Editora é uma empresa diferente. Uma empresa que vai além dos seus próprios limites e dos limites do mercado em que atua. Que vem assumindo desafios, se reinventando e hoje apresenta uma produção consistente voltada para a educação básica.
Vai além dos limites porque, mais do que entregar um produto, multiplica conhecimento. Seja através dos livros que publica, dos projetos educacionais ou da relação de parceria que tem com seus clientes.
A Edelbra Editora vem desenvolvendo um catálogo inovador, composto por obras de importantes autores brasileiros e internacionais, com apuro editorial e acabamento cuidadoso.
Tudo isso nos faz seguir sempre além dos limites há 40 anos.

Vamos conhecer alguns títulos do catálogo?



Não Conta pra ninguém
Autor: Fernanda Omelczuk, Georgina Martins, Mariana G.M. de Faria, Vera Maia
Gênero: Contos
Faixa etária: Juvenil

Sinopse: Os oito contos que compõem esta obra são frutos de autoria feminina, revelam perspectivas sensíveis e densas ao tratarem de situações-limite, com estilos peculiares. Povoados por personagens adolescentes, que modulam de maneira bastante interessante vozes e pensares reveladores.








Xerazade, a onça e o saci - coleção Mil e uma noites no sertão: contos orientais à moda brasileira
Autor: Tiago de Melo Andrade
Gênero: Contos
Faixa etária: Juvenil

Sinopse: Xerazade era moça feita de histórias, imaginação abastecida nos tantos livros que a mãe lhe dera e que ela mesma buscava, ávida por mais e mais narrativas. E essa bagagem de imaginação a fez diferente naquele mundo tão igual de moças todas de destino já traçado. E foi assim que Xerazade entendeu que naquele mundo imaginado estava a possibilidade de criar uma nova história.A vida real é pequena e nem sempre dá as respostas de que precisamos. Na ficção, porém, tudo é possível e, nesse tanto de possibilidades, Xerazade e o Coronel encontraram o que procuravam.



As três faces da moeda
Autor: Heloisa Prieto
Gênero: Contos
Faixa etária: Juvenil

Sinopse: Esta coletânea — As três faces da moeda — oferece a oportunidade de leitura da adaptação por Heloisa Priento de dois grandes narradores: Ryunosuke Akutagawa1 e Andrew Lang2. O primeiro, nascido no Oriente, escreve com um toque de ironia. Andrew Lang, por sua vez, é um narrador capaz de projetar o encantamento da palavra mágica. Quando se mergulha em seus textos, surge a sensação de transporte para uma espécie de mundo paralelo, onde as regras estão ocultas e tudo pode acontecer. Afinal, quantas faces tem uma moeda? Se você pensa que são apenas duas, cara ou coroa, engana-se! Ao ler os contos perceberá que toda a moeda tem uma face secreta. 


O espelho das diferenças
Autor: Fábio Gai Pereira
Gênero: Texto em prosa
Faixa etária: Infantil

Sinopse: João Leonardo era um menino perguntador. Se tinha uma dúvida, perguntava mesmo. E a história do ovo deu pano pra manga. Cresceu, deu cria na cabeça do João e levou-o a muitas outras perguntas, que trouxeram mais dúvidas, que viraram outras tantas perguntas para as quais ele foi buscar as respostas. A história de João Leonardo é um estímulo para reflexões de natureza filosófica e dá conta de uma necessidade que as crianças também têm: refletir para resolver seus problemas.





Foi vovó que disse

Autor: Daniel Munduruku
Gênero: Texto em prosa - Pequena história
Faixa etária: Infantojuvenil 

Sinopse: Faz parte da tradição indígena ouvir os avós. Eles são considerados os sábios da comunidade porque costumam contar as histórias dos ancestrais. São considerados os guardiões da memória e responsáveis por educar o espírito dos mais jovens.
Ao contar histórias ou lembrar às crianças sua origem, os avós – homens e mulheres – não os deixam esquecer de onde vieram, para onde vão e qual o papel de cada um neste universo no qual nos movemos.
É isso que o leitor irá encontrar neste novo e encantador livro escrito pelo premiado escritor Daniel Munduruku, que nos presenteia com a magia e a sabedoria da cultura indígena.

Espero que tenham gostado tanto quanto eu, esses são apenas alguns dos títulos publicados, e há na editora títulos para todos os gostos, para todas as idades. E o legal é que no site todos os livros tem a indicação da faixa etária a que ele se destina.

Saiba mais sobre a Editora:
Site      Facebook

Beijos e até a próxima!



Copyright © Yume e os Livros
Design by Ana Zuky | Tecnologia do Blogger
    Twitter Facebook Google +